quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Dark Moon: 3º Capítulo ( Continuação parte Final)



Capítulo Três - Continuação parte Dois ( Final)

Entraram e foram para uma sala que ficava abaixo da casa. Era um tipo de santuário. Armários e móveis de madeira antiga, tapetes de veludo e em cores escuras. Um
lustre de cristais acendeu quando Andrew bateu uma palma. E logo pode ser visto poltronas de couro preto e reclináveis.

- Se isso não fosse tão sinistro eu me jogava na poltrona – comentou Chay.
Todos riram. Após acomodados, era a hora da verdade.
- Antes de tudo, querem um lanche? Louise fez torta de chocolate com morango, sem sangue – Júniper ofereceu. Louise era a empregada vampira, pertencente ao clã.
Concordaram, e Júniper se retirou, antes avisando.
- Não comecem sem mim. Sabe que adoro contar essas histórias aos humanos – ela disse alegremente.Um silêncio incomodo tomou conta da sala. Lua batia o pé, Mel olhava as unhas, Sophia arrumava o cabelo com um espelho que tinha no bolso, Chay batucava na poltrona, Arthur observava o local e Micael assoviava. Andrew olhava para os humanos com atenção.

Quase dez minutos depois, Júniper voltou com uma bandeja com pratos com bolos e suco. A bandeja flutuava. Colocou-a na mesa que havia ali.

- Sirvam-se. Os da esquerda têm sangue e os da direita não. O mesmo vale para o suco.
Sophia, Chay e Arthur fizeram careta e pegaram os bolos sem sangue. Os outros se serviram dos com sangue.Após comerem, ai sim, o assunto veio a tona.
- O que querem saber primeiro? – perguntou Andrew.
- Acho que, o que são vocês – disse Sophia.
Quem explicou foi Andrew, ele falou com calma. Que eram vampiros, e que na verdade, tudo começou com uma experiencia mal feita que resultou neles.Contou a história da família, ou no caso, do clã dos Blanco.
- Vampiros? – riu Chay – fala sério!
- Falamos sério sim rapaz! – disse Andrew com a voz mais grossa.Chay quase se encolheu na cadeira.

- Mas, vampiros não existem – disse Sophia timidamente.
- E somos o que? Robôs? – ironizou Mel.Todos se calaram.
- Eles tem que pensar por um tempo Andrew – disse Júniper suavemente – podem ficar aqui essa noite se quiserem. E não se preocupem, temos alguns anti-vampiros neles.
- Nossos pais – observou Arthur.
- Já falei com eles – disse Júniper docemente – sabem, essa é uma coisa boa de ser vampiro.

Parecia que aquela era a melhor saída.O sistema de proteção da casa alto e ótimo para os humanos. As portas dos quartos tinham vinte fechaduras diferentes, com um molho de chaves únicas, que ficavam com o humano no quarto. Ou seja, nada de vampiros.Mas é claro, que rolou uma tensão.Quando subiam, Lua sem querer bateu no braço de Arthur, e um choque percorreu o corpo dos dois, que chegaram ofegar. Aquilo fora muito estranho.

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