Capítulo Seis - Continuação parte dois
Arthur tirou a camiseta, a calça, os sapatos e as meias e pulou na água.
- Ficou doido Aguiar?
- A água é sua propriedade agora? – ele devolveu.Lua bufou.Arthur se aproximou de Lua, que recuou revirando os olhos.
- Tá com medo é?
- Eu não tenho medo de nada. Só não estou a fim da sua presença desnecessária no meu banho no rio. - Arthur se aproximou mais, só que dessa vez Lua não recuou.
- Resolveu aceitar a minha presença desnecessária no seu banho de rio?
- Só estou a fim de brincar um pouquinho. – exibiu um sorriso sarcástico.Arthur a puxou pela cintura.
- E o que essa brincadeirinha teria?
- Acho que você sabe a resposta.
Naquele mesmo instante, Arthur grudou seus lábios nos de Lua. Não havia romantismo no beijo, era só, um beijo.O beijo era intenso e molhado. Lua arranhava a nuca de Arthur, que apertava sua cintura com força.Aquela sensação que sentiam quando estavam perto um do outro voltou com força total. Arrepios percorreram o corpo dos dois, uma sensação de fogos de artifício no corpo deles.Arthur explorava ainda mais a boca de Lua com aquela sensação. O beijo ficou possessivo de ambas as partes.
Lua poderia ficar o beijando para sempre, mas Arthur precisava de ar. Se separaram com cinco selinhos e ficaram se encarando.
- A brincadeira ainda não acabou – disse Lua o puxando para mais um beijo possessivo.Logo uma imensa lua cheia surgiu com a noite.Eles estavam deitados na terra, em cima das roupas molhadas, e ainda, se beijando. Não se cansavam daquilo.Beijos possessivos, intensos, desejosos.O relógio marcava 2h30min da manhã.
- Ah, droga! – disse Lua vestindo as roupas molhadas apressadamente.
- Ih, cara, meus pais vão me matar! – disse Arthur vendo vinte ligações perdidas deles no celular.Se vestiram de forma rápida, mas as roupas ainda molhadas.
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