Capítulo Oito - Continuação parte Final
- Pro rio de sempre? – sugeriu Arthur.
- Ótimo. - Como tinham que pular o muro, Lua rasgou o vestido até os joelhos.
- Bem melhor.
- Ficou doida? Você acabou com o vestido!
- Tanto faz. Bora logo antes que algum surdo apareça. - Eles pularam o muro e chamaram um taxi.Lá no rio, eles se beijaram muito, com vontade, com desejo. E acabaram se entregando um ao outro nas margens do rio mesmo. Com a lua cheia e a água de testemunha.
- Nós não nos protegemos – observou Arthur.
- Vampira não engravida de humano. Relaxa. - Ficaram deitados ali, abraçados, e acabaram adormecendo.
Voltaram para a mansão dos Blanco era manhã já, quase meio dia.O vestido de Lua rasgado, os sapatos altos na mão dela, os cabelos desarrumados. Arthur com a camisa meio aberta, o cabelo desarrumado, o casaco e a gravata do terno na mão.
- Pelo sangue vencido, onde se meteram? – Júniper tinha a voz preocupada.Todos estavam na sala, olhando para eles.
- Ah, por ai – disse Lua.
- Como assim “por ai”. Sumiram a noite toda, sumiram da festa! – disse Andrew.
- A festa tava chata, ai fomos tentar nos divertir em outro lugar – disse Lua.
- E nos deixaram mortos de preocupação – disse Júniper.
- Sabemos nos cuidar – disse Lua fazendo esforço para não revirar os olhos.Andrew e Júniper ainda não aliviaram.
- É melhor irmos dormir para não brigarmos – disse Júniper.Todos foram para seus quartos. Mas a tensão, ainda pairava no ar.
.jpg)
Nenhum comentário:
Postar um comentário